Como e porquê construir a cultura de confiança em uma empresa

Quando uma empresa prioriza a cultura de confiança, todo mundo se beneficia: melhoram as condições de trabalho dos talentos, a produtividade das equipes e os produtos que chegam aos clientes.

A importância dessa cultura ficou ainda mais evidente quando, no primeiro semestre de 2020, o trabalho remoto se tornou provisoriamente obrigatório em quase todos os setores. Mas a verdade é que suas vantagens são enormes inclusive quando o trabalho é total ou parcialmente presencial.

Junto com a Caiena, empresa de tecnologia e design, vamos te mostrar como e porquê a cultura de confiança impacta sua empresa, além de explicar os passos para adotá-la.

Os impactos da cultura de confiança

Pesquisas científicas demonstram que ambientes que valorizam comunicação, autogestão, transparência e reconhecimento – características da cultura de confiança – melhoram muitos de seus resultados:

  • 74% menos estresse;
  • 76% mais engajamento;
  • 50% mais produtividade;
  • 40% menos burnout;
  • 13% menos dias de afastamento.
  • Para alcançar resultados como esses, a empresa precisa criar um ambiente favorável ao diálogo e que integre o desenvolvimento do negócio ao desenvolvimento individual dos profissionais.

    Como fortalecer os pilares da cultura de confiança

    Anote aí para construir os princípios da cultura de confiança e melhorar as condições de trabalho para as pessoas e, consequentemente, os resultados do negócio:

    Comunicação

    Nunca é demais lembrar: a comunicação exige uma postura ativa entre os envolvidos, ou seja, todos devem falar e ouvir. Para que isso seja possível, as lideranças devem ter sinceridade e paciência para transmitir tarefas, avaliar desempenhos e estimular o compartilhamento de ideias, opiniões e necessidades.

    É através dessa construção que os talentos se sentirão realmente integrados à empresa e, com isso, mais comprometidos com o trabalho, com os colegas de equipe e com o que entregarão aos clientes.

    Transparência

    Toda a empresa possui informações delicadas e assuntos que precisam de discrição. Mas é importante que o princípio da transparência esteja incorporado na própria política do negócio. A principal ferramenta para isso é a comunicação interna.

    Quando bem integrada à área de pessoas, a comunicação interna pode transmitir com leveza e coerência informações importantes como situação financeira, perspectivas para o futuro, resultados obtidos com projetos e outros assuntos relacionados ao negócio. Exercer a transparência evita o surgimento de boatos que podem afetar a confiança dos talentos.

    Reconhecimento e Autogestão

    Demonstrar o quanto o trabalho e as competências de cada talento são essenciais para o desenvolvimento da empresa é muito importante para os manter satisfeitos. Permitir a autogestão é uma forma de reconhecimento, já que demonstra aos profissionais a confiança que a empresa tem neles.

    Uma outra forma de reconhecimento e conversa é o feedback progressivo que, aqui na HealthBit, incentiva-se que seja constante e cotidiano.

    A autogestão precisa sempre se adaptar à realidade de cada setor, mas pode se traduzir, por exemplo, na liberdade para priorizar e organizar suas próprias tarefas e na flexibilidade de horários de trabalho.

    Quando falamos em cultura de confiança, nos referimos a um modelo de trabalho favorável ao diálogo, que integra o desenvolvimento do negócio ao desenvolvimento individual de seus colaboradores. Para constituir esse ambiente, as empresas precisam estabelecer os pilares de comunicação, transparência, reconhecimento e autogestão.

    Negócios que entendem a importância desses pontos e trabalham constantemente para desenvolvê-los – como a HealthBit e a Caiena – comprovam todos os benefícios que a cultura de confiança pode proporcionar, tanto para qualidade de vida e de trabalho dos profissionais, quanto para a produtividade e conquistas da empresa como um todo.