Igualdade de gênero: HealthBit é reconhecida pela organização internacional The Women’s Empowerment Principles (WEPs)

A HealthBit agora é reconhecida internacionalmente pela The Women’s Empowerment Principles (WEPs) , uma organização em parceria com a ONU Mulheres que busca igualdade de gênero e incentiva empresas a promover o empoderamento das mulheres no local de trabalho, mercado e comunidade.

A WEPs oferece princípios que foram estabelecidos pelo Pacto Global da ONU e pela ONU Mulheres. São 7 princípios que foram elaborados pelos padrões internacionais de trabalho e direitos humanos e as empresas reconhecidas têm participação e são responsáveis ​​pela igualdade de gênero e pelo empoderamento das mulheres.

É por isso que fazer parte da comunidade WEPs sempre foi muito importante para a HealthBit: nós acreditamos e empoderamos as mulheres. Por aqui, as mulheres representam 62,5% dos cargos mais altos na empresa. Já em nossos conselhos e equipes administrativa contamos com uma porcentagem de 43% de mulheres.

HealthBit já pode ser encontrada na lista de empresas globais que são reconhecidas pela WEPs

Os princípios

O trabalho da WEPs é muito importante para a luta das mulheres em busca da igualdade de gênero. Mas apoiar mulheres em cargos altos e de confiança também é muito benéfico para a empresa. “As empresas que investem em mulheres e apóiam a liderança e a tomada de decisões das mulheres e se comprometem com a igualdade de gênero geralmente superam seus concorrentes. Os Princípios de Empoderamento das Mulheres oferecem uma ótima plataforma para a mudança.”, afirmou Amina Mohammed, vice-secretária geral das Nações Unidas no Fórum WEPs de 2018.

Conheça quais são os 7 princípios da The Women’s Empowerment Principles:

1.Liderança corporativa de alto nível: um importante passo para tornar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres uma prioridade estratégica dentro das empresas;

2.Trate todas as mulheres e homens de maneira justa no trabalho, sem discriminação: que é um princípio alinhado com os direitos humanos;

3.Saúde, bem-estar e segurança dos funcionários: tem como base a questão de que os empregadores possuem um enorme peso na preservação e promoção da saúde dos funcionários;

4.Educação e treinamento para a igualdade de gênero: promover treinamentos que falem sobre a igualdade de gênero e como a empresa contribui para isso, além de promover educação e treinamentos complementados com programas de networking e orientação às mulheres;

5.Desenvolvimento empresarial, cadeia de suprimentos e práticas de marketing: criar políticas inclusivas da cadeia de suprimentos, dos padrões de envolvimento e manter uma comunicação que retrate mulheres e homens em papéis iguais e multidimensionais;

6.Iniciativas comunitárias e advocacia: investir em programas de desenvolvimento comunitário para que a empresa contribua com a igualdade de gênero junto com iniciativas que já a fazem;

7.Medição e relatórios: este princípio fala sobre a importância dos mecanismos de medição e criação de relatório para analisar o desempenho e o progresso da empresa.

A importância de se ter mulheres em posições de liderança e empoderá-las

O relatório “Mulheres criam um futuro sustentável”, da UC Berkeley Haas School of Business, fala que mulheres na liderança fazem com que as empresas sejam mais prováveis de:

  • aproveitar as oportunidades para crescimentos a longo termo;
  • oferecer mais benefícios e incentivos de desempenho;
  • oferecer programas de engajamento e desenvolvimento profissional;
  • realizar avaliações do nível de satisfação dos funcionários;
  • serem empresas que possuem uma forte estrutura governamental, que demonstra um alto nível de transparência e evita crises em larga escala;
  • terem programas, diretrizes e políticas claras que evitam negócios corruptos;
  • possuírem forte parceria com as comunidades locais;
  • possuírem um alto nível de divulgação.
  • Nossa líder de saúde Milene Marmol palestrando em grande evento de saúde corporativa

    Tendo em vista essa importância e os diversos benefícios de se ter uma mulher em cargos de liderança, devemos pensar o porquê garantir o empoderamento e diminuir a desigualdade de gênero.

    De acordo com dados de 2016 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as porcentagem de mulheres se formam no nível é superior do que a dos homens: 10,9% dos homens entrevistados possuem ensino superior completo, enquanto 14% das mulheres atingem esse nível de escolaridade.

    Entretanto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), coletados pelo Quero Bolsa para a Agência Brasil, entre as carreiras de ensino superior que mais geram emprego, em sete delas as mulheres recebem salários menores do que os dos homens.

    Para reforçar esta questão de diferença salarial em números, o IBGE divulgou dados do primeiro trimestre de 2020 e mostrou que o rendimento médio mensal dos homens foi de R$2.888,00 e o das mulheres de R$2.274,00. Isso significa que as mulheres ainda recebem aproximadamente 21% a menos que os homens - mesmo tendo um maior nível de educação.

    Nossa líder do jurídico, Giovana Mello, se especializou em Direito da Saúde e Proteção de Dados em Saúde, na Universidade de Coimbra

    A boa notícia é que o relatório “Women in Business 2020: do plano de ação à prática” , da Grant Thornton International, que analisa as estatísticas de diversidade de gênero de organizações do middle-market, diz que houve um avanço no Brasil e que as mulheres, agora, representam 34% dos cargos de liderança. Isso significa que a luta deve continuar!

    Por justamente entender a importância não só do empoderamento feminino, mas também da representatividade das mulheres em cargos de liderança, a HealthBit foi reconhecida pela WEPs e faz parte dessa comunidade de empresas que se comprometem a lutar contra a desigualdade de gênero. É muito satisfatório estar nesta luta e empoderar mulheres que ajudam a gente a crescer cada vez mais. Obrigado, mulheres da HBit!